céu de Setembro
Havia um velho na Gândara - o Manelão! - que sistematicamente afirmava sobre qualquer coisa que disséssemos menos certa:
- és um planeta!
Acabo de ver no terraço do meu prédio um dos primeiros céus de Setembro. Está lá tudo como milhares de Setembros antes. Esse céu de Setembro também já foi cais, uma noite, quando as palavras deram música e sentido à jovialidade que vivíamos. A ordem mantém-se. A energia cósmica é mais perene e rigorosa que todo o articulado de um Tratado Internacional.
De novidade, apenas Plutão, (agora despromovido dessa outra Liga dos planetas, como hoje li num artigo certeiro)
apresentou uma providência cautelar contra a União Astronómica Internacional.
Quem lhe dera que o velho Manelão fosse ainda vivo para o constituir como cliente e, obviamente, de tudo discordar e afirmar com o chá da manhã (tacinha de branco) ou o café da tarde (tacinha de tinto) ao juiz de turno:
Acabo de ver no terraço do meu prédio um dos primeiros céus de Setembro. Está lá tudo como milhares de Setembros antes. Esse céu de Setembro também já foi cais, uma noite, quando as palavras deram música e sentido à jovialidade que vivíamos. A ordem mantém-se. A energia cósmica é mais perene e rigorosa que todo o articulado de um Tratado Internacional.
De novidade, apenas Plutão, (agora despromovido dessa outra Liga dos planetas, como hoje li num artigo certeiro)
apresentou uma providência cautelar contra a União Astronómica Internacional.
Quem lhe dera que o velho Manelão fosse ainda vivo para o constituir como cliente e, obviamente, de tudo discordar e afirmar com o chá da manhã (tacinha de branco) ou o café da tarde (tacinha de tinto) ao juiz de turno:
- Meritíssimo, és um planeta!
Esperemos, pois, o que dirá sem o Manelão, o tribunal administrativo e fiscal de Plutão.
1 Comments:
um cromo esse planeta
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